Pupila focada na atualidade

O nome escolhido para essa pagina vem da minha inquietude em olhar indagar sobre. O olhar do humano é magico nos deparamos com uma cena cada pessoa fará sua memoria sobre a cena vista, isso é automatico em nossas vidas e é dessa singularidade pertinente a todos nos que se constitui o titulo dessa pagina. Bom é isso, e obrigada a todos por essa partilha de momentos.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Fagner e Zeca Baleiro - Flor da pele - Revelação

Postado por Miriam Esperança às 05:59 Nenhum comentário:

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Bandas de lá - Mariana Aydar

Postado por Miriam Esperança às 07:19 Nenhum comentário:

Susana Baca - Maria Lando

Postado por Miriam Esperança às 06:26 Nenhum comentário:

Tulipa Ruiz - Efêmera

Postado por Miriam Esperança às 06:15 Nenhum comentário:

domingo, 24 de outubro de 2010

Muito Pouco - Paulinho Moska

Postado por Miriam Esperança às 21:28 Nenhum comentário:

sábado, 2 de outubro de 2010

Violentamente Pacífico - RAS Mc Léo Carlos

Postado por Miriam Esperança às 07:56 Nenhum comentário:

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Muito Pouco - Paulinho Moska

Postado por Miriam Esperança às 12:11 Nenhum comentário:
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Quem sou eu

Miriam Esperança
Sou psicologa, gosto de fotografia, poesia, filosofia e psicanalise. Sou apaixonada pelo Rio de Janeiro, adoro fotografar a paisagem da Cidade Maravilhosa. Sentar diante do mar e escutar seu marulhar é algo que eleva a alma. A poesia é algo que sempre levo comigo. " brinco e trabalho, sonho e me exercito com frases e entrelinhas desde que recordo: são material de minha profissão, de meu encantamento e de minha perplexidade. Pois o que pode separar também liga, o que deveria significar harmonia pode maltratar. Como nós humanos, palavras se transformam feito pedras roladas em fundo de rio: o vulgar torna-se belo, o comum cai na lata do lixo dos palavrões de mau gosto, o necessario é esquecido e o raro vem para a mesa como a manteiga e o pão. Silêncios por sua vez promovem contatos amorosos ou erguem barreiras como lanças espetadas. O silêncio pode ser bom de curtir gente, arte ou natureza, ou de fazer descobertas transformadoras em nós mesmos; mas pode ser o silêncio do suicida que queria dizer: venha me socorrer... mas não havia ninguém." LYA LUFT Em outras outras palavras.
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